Diversidade no Esporte é a celebração da potência do esporte feito por pessoas trans e da atuação da Nix que, desde 2017, estabeleceu o compromisso com a diversidade e inclusão no esporte. Foi quanto Willy Montmann trouxe o Angels Volley para a Nix Diversidade, que passou a fazer a gestão do projeto. Naquele mesmo ano, o grupo se tornou o primeiro coletivo do Brasil de mulheres trans no esporte.
A atuação foi dando frutos e, das seis mulheres do time inicial, em pouco mais de 3 anos chegou a cerca de 30 jogadoras amadoras que se encontravam semanalmente para seu jogo preferido. E, em 2025, chega a mais de 210 pessoas trans atendidas semanalmente. Estabelecendo, além do esporte, uma rede de apoio mútuo que permitiu fatos notáveis, como a saída de situação de vulnerabilidade, o retorno aos estudos e a conquista do primeiro emprego formal para as integrantes. Era o esporte mostrando que, quando todas as pessoas são incluídas, ele é ainda mais transformador.
Em 2022, uma parceria resultou em grandes conquistas e na oportunidade de sair do conhecimento empírico para ter dados que subsidiassem sua atuação. A Nike e a Nix juntas realizaram um estudo inédito sobre a relação da comunidade LGBTQIA+ com o esporte, com perspectiva histórica e um levantamento junto a 1.037 pessoas da comunidade, um mapeamento dos coletivos LGBTQIA+ do Brasil e a possibilidade de atender outros dois coletivos pioneiros do país. Entre eles, o Meninos Bons de Bola, o primeiro coletivo de homens trans do Brasil, desde 2016.
A Nix passou a ser referência para organizações, empresas e meios de comunicação sobre o esporte LGBTQIA+, sendo requisitada a apresentar seu trabalho em reportagens, entrevistas, palestras, cursos e congressos. Também estabeleceu parcerias com eventos e ações de esporte da comunidade. Em 2025, a Nix lançou o projeto Diversidade no Esporte, que visa aprofundar o trabalho realizado com coletivos de esporte feitos por e para pessoas trans. Então, ampliou sua parceria para uma nova modalidade, com o Trans no Corre, de corrida, e para cidades do interior, com o Spartanos e o Pogonas, de futsal. Conheça aqui mais da atuação desses coletivos, que são verdadeiros marcos do esporte nacional.
Os coletivos de esporte LGBTQIA+ no Brasil surgem em 1990, quando um grupo de homens gays, o Real Centro, resolveu enfrentar unidos um dos cenários mais lgbtfóbicos do esporte, o futebol. Com o grupo, passaram a ter um ambiente seguro e acolhedor que iria permitir que gerações de pessoas encontrassem sua prática esportiva preferida.
Apesar do marco, poucos coletivos apareceram e tiveram continuidade nos anos que se seguiram. Só em 2003 surge o segundo coletivo que tem atuação até hoje, o Amigos do Vôlei de Quadra – trans: o Paulistrans (MS). Depois, em 2005, o Magia, de Porto Alegre (RS), e em 2008, o Angels Volley.
Porém, é no período em torno dos grandes eventos do esporte no Brasil, Copa do Mundo em 2014 e Olimpíadas em 2016, que dezenas de coletivos surgem, também impulsionados pela força dos movimentos LGBTQIA+, pelos direitos LGBTQIA+ sendo assegurados pelo STF e pela democratização da internet e das redes sociais, como narrado no estudo que a Nix realizou em parceria com a Nike em 2018.
Os coletivos LGBTQIA+, em especial os coletivos de pessoas trans, são marcos de inovação do esporte brasileiro. Eles são iniciativas da própria comunidade que solucionam a sua própria exclusão no esporte, algo que gestores públicos e privados nunca conseguiram resolver. Pela primeira vez na história, pessoas trans tinham acesso ao seu esporte predileto, podendo ser quem são na modalidade e categoria que escolheram.
O Projeto Diversidade no Esporte é a continuidade do trabalho da Nix para contribuir com essas iniciativas inovadoras. Para tanto, criou um modelo inédito que permite que organizações e empresas públicas e privadas possam ampliar seu apoio para a diversidade e inclusão no esporte. Neste modelo, a Nix assume a responsabilidade e realiza a gestão administrativo-financeira dos coletivos, que, por sua vez, podem expandir, diversificar e aprofundar suas atuações junto à comunidade.
Fundado em 2008 por Willy Montmann, o coletivo é do estado de São Paulo. Em 2017, se tornou o primeiro grupo de esporte de pessoas trans no Brasil, com foco em mulheres trans e travestis. Hoje, atende mais de cem pessoas LGBTQIA+ semanalmente, incluindo escolinhas que ajudam a introduzir gratuitamente as participantes no esporte.
Fundado em 2016, foi o primeiro coletivo de homens trans no futebol no mundo. Atuando nas modalidades futsal e fut7, em 2022 passou também a incluir mulheres trans e travestis, tornando-se o primeiro coletivo de futebol para esse grupo.
Primeiro coletivo de homens trans de Campinas. É também o primeiro grupo a idealizar um campeonato de futebol feito por e para pessoas trans: o Paulistrans, voltado a coletivos do Estado de São Paulo, que em 2025 realizou sua 3ª edição.
Fundado em 2008 por Willy Montmann, o coletivo é do estado de São Paulo. Em 2017, se tornou o primeiro grupo de esporte de pessoas trans no Brasil, com foco em mulheres trans e travestis. Hoje, atende mais de cem pessoas LGBTQIA+ semanalmente, incluindo escolinhas que ajudam a introduzir gratuitamente as participantes no esporte.
Fundado em 2016, foi o primeiro coletivo de homens trans no futebol no mundo. Atuando nas modalidades futsal e fut7, em 2022 passou também a incluir mulheres trans e travestis, tornando-se o primeiro coletivo de futebol para esse grupo.
Primeiro coletivo de homens trans de Campinas. É também o primeiro grupo a idealizar um campeonato de futebol feito por e para pessoas trans: o Paulistrans, voltado a coletivos do Estado de São Paulo, que em 2025 realizou sua 3ª edição.
Primeiro coletivo de homens trans e transmasculinos do Grande ABC, tem importância na visibilidade das pessoas trans no esporte, promovendo eventos como o Jogo de Influencers. Também atua em outros estados e apoia coletivos em diferentes fases de desenvolvimento.
Primeiro coletivo de pessoas trans de corrida. Fundado em 2021, o grupo ocupando espaços do centro da cidade tradicionalmente marcados pela violência contra pessoas trans, hoje ressignificados pela sua presença e força no esporte.
Primeiro coletivo de homens trans e transmasculinos do Grande ABC, tem importância na visibilidade das pessoas trans no esporte, promovendo eventos como o Jogo de Influencers. Também atua em outros estados e apoia coletivos em diferentes fases de desenvolvimento.
Primeiro coletivo de pessoas trans de corrida. Fundado em 2021, o grupo ocupando espaços do centro da cidade tradicionalmente marcados pela violência contra pessoas trans, hoje ressignificados pela sua presença e força no esporte.